Todo mundo sabe, quase ninguém age.


A sucessão é, talvez, o assunto mais "cabeça do presidente" que existe: importante, inadiável no longo prazo e, ainda assim, sistematicamente empurrado para depois. Uma pesquisa da Deloitte Private com 300 executivos de empresas familiares colocou números nesse desconforto — e revelou o que chamou de succession paradox, o paradoxo da sucessão.

Os números do paradoxo

Os dados falam por si:



Ou seja: quase todos reconhecem a importância, e menos de um quarto está agindo. Entre os que estão atrasados, 62% justificam que a sucessão "não é uma prioridade no momento" — mesmo diante do risco de uma transição inesperada.

Por que se adia o inadiável

O motivo é o mesmo que faz o urgente vencer o importante: enquanto não há crise, a sucessão não grita. O fundador segue no comando, a empresa segue operando, e o tema vai sendo postergado — até que um evento não planejado (uma saída, um problema de saúde, um conflito societário) force a decisão no pior momento possível.


O custo de uma transição não planejada raramente é pequeno: perda de valor, disputa familiar, fuga de talentos e, em casos extremos, a própria continuidade do negócio.

Sucessão é processo, não evento

Planejar sucessão não é escolher um nome às pressas; é um processo que envolve governança, preparo de pessoas, alinhamento societário e tempo. Quanto antes começa, mais opções existem — e menor o risco.


Estruturar processos de sucessão e a governança que os sustenta é parte central do trabalho da Goellner Ferreira. O melhor momento para começar foi ontem. O segundo melhor é agora.



Fontes:



A Goellner Ferreira estrutura sucessão e governança para empresas familiares. Vamos planejar a continuidade da sua empresa? Fale com a gente.